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Ranking SBVC e o fim dos resultados negativos

Por Editor Brasil em Dec 5, 2017

Participação: Eduardo Terra, Presidente da SBVC

Otimizar recursos para atravessar sem maiores sobressaltos os períodos de depressão. Em resumo, essa é a principal mensagem passada pelos varejistas participantes da edição 2017 do Ranking “300 Maiores do Varejo Brasileiro”, realizado pela Sociedade Brasileira de Varejo e Consumo (SBVC).

De acordo com dados apresentados no relatório, as 300 maiores varejistas brasileiras mostraram um crescimento acima da média, faturando R$ 563,136 bilhões no último ano. A Pesquisa Mensal de Comércio (PMC-IBGE) indica que o crescimento anual de algumas empresas chegou a 8,6%, quase o dobro dos 4,5% registrados pelo varejo como um todo.

Segundo o presidente da SBVC, Eduardo Terra, durante o período, houve uma preocupação maior em avaliar e gerir cada linha do negócio, com destaque para a prevenção de perdas. “Um dos caminhos que as empresas seguiram para essa otimização foi o investimento em tecnologia e inovação, especialmente com o objetivo de reduzir perdas para melhorar a lucratividade”, explica o executivo. Como registrado na pesquisa, este novo comportamento dos varejistas foi responsável pelo encerramento da maior crise da história, resultando em um ano de produtividade e eficiência.

Na opinião de Carlos Eduardo Santos, diretor de Novos Negócios da Johnson Controls, investir em soluções que reduzam perdas garante uma boa experiência de compra ao consumidor e, consequentemente, uma maior produtividade e lucratividade para o estabelecimento.

“Evitar perdas é fundamental para que o varejista se mantenha competitivo. A Johnson Controls aposta fortemente na inovação, por meio de suas soluções e amplo conhecimento, para garantir receita e desempenho a seus clientes”, afirma Santos.

Apesar do cenário caótico do ano de 2016, no qual muitas redes tiveram que diminuir o número de lojas, o saldo se mostrou promissor. Por mais que o contexto não se mostrasse favorável, as empresas abriram mais estabelecimentos do que fecharam, totalizando assim, um resultado positivo.

A SBVC estima que, a partir das iniciativas dos varejistas, será possível ver o mercado por uma perspectiva otimista para o próximo ano. Para Terra, apesar da crise, o ano de 2016 mostrou a força do grande e médio varejo. E um novo ciclo de expansão e investimentos com saldos cada vez mais positivos pode ser esperado para 2017.

Números

Expansão: 51% das empresas analisadas tiveram aumento na base de lojas, 32% mantiveram o número de lojas e somente 17% apresentaram redução.

Vendas: 82% das empresas tiveram aumento nominal, contra 15,2% que apresentaram queda em 2016;

Maiores: o “top 5” do varejo brasileiro responde por 28,06% do faturamento da amostra, índice ligeiramente superior aos 27,3% registrados na edição anterior do estudo. Entre as 10 maiores empresas do varejo brasileiro estão os quatro maiores supermercadistas, duas varejistas de eletromóveis, duas do ramo de drogarias e perfumarias e duas de departamentos.

Gigantes: o estudo mapeou empresas nacionais de todos os segmentos de varejo com faturamento acima de R$ 216 milhões por ano e 107 gigantes com faturamento anual acima de R$ 1 bilhão. A soma do faturamento das 300 maiores empresas em 2016 foi de R$ 562,136 bilhões.

Crescimento: considerando as 236 empresas que divulgaram seus faturamentos brutos em 2015 e 2016, o crescimento anual foi de 8,6%, quase o dobro dos 4,5% do varejo como um todo (PMC-IBGE).

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