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Ganho operacional com mão de obra através da otimização da proteção antifurto

Por Editor Brasil em Oct 17, 2017

Repor produtos nas gôndolas com a velocidade necessária, principalmente os itens de alto risco é essencial para manter a dinâmica da loja e não perder clientes, entretanto, a proteção antifurto que também é de suma importância para mitigar os furtos, demanda horas da equipe da loja que poderiam ser eliminadas através de parcerias com a Indústria, onde os produtos já chegariam protegidos, aumentando as vendas, melhorando a experiência do cliente final.

Existem processos de aplicação automatizadas dos sensores antifurtos que chegam a 400 etiquetas por minuto, que podem ser facilmente inseridos em linhas de produção, padronizando e agilizando a reposição dos produtos nas gôndolas.

Esta prática denomina-se de Proteção na Origem, onde estuda-se em conjunto com o Varejo e a Indústria os Produtos de Alto Índice de Furto, suas possibilidades e ganhos decorrentes, desenvolvimento de embalagem, aplicação da solução, imagem do produto, funcionalidade, atratividade ao cliente e melhor exposição no ponto de venda.

Há diversas melhorias que podem ser mensuradas tanto para o Varejista quanto para a Indústria, quando se diminui a ruptura. Conforme estudos da Nielsen e Neogrid de 2016, 32,8% dos problemas de ruptura das gôndolas é por falta de abastecimento.

Eles citam também que a média do mercado brasileiro de stockout é de 10%, o que torna mais desafiador para o Varejo e Indústria encontrem alternativas inovadoras, na gestão dos estoques, reposição dos produtos, categorias e giro.

Grandes empresas Americanas, Europeias, Asiáticas, Brasileiras, já utilizam esta prática com seus parceiros para alavancar negócios melhorar a ruptura, aumentar as vendas, que podem variar entre 30% a 100% de aumento, em estudos realizados.

Escrito por Sandra Menezes

Unidades de negócio da Johnson Controls