Maior cooperativa de consumo da América Latina, a COOP tem investido em etiquetas antifurto, gôndolas organizadoras e monitores de auto visualização para reduzir as perdas, mas considera essencial o investimento da indústria em proteção na origem.

Com o objetivo de auxiliar a COOP a reduzir o número de furtos de determinados produtos, a Tyco Integrated Security prestou, no ano passado, serviços de consultoria e auditoria à cooperativa. Com 29 lojas, 10 drogarias e três postos de combustível distribuídos pelo estado de São Paulo, a COOP relatou que 20% das perdas estão concentradas em 53 itens de um total de 2.276.

“Carga de lâmina de barbear, desodorante e produtos de higiene em geral estão entre os produtos mais furtados em nossas lojas”, afirma Vanessa Augusto Urbieta da Silva, gerente de Prevenção de Perdas da COOP. “Além de reduzirem as perdas, as soluções que adquirimos da Tyco Integrated Security também reduzem o investimento em etiquetas e mão-de-obra para aplicação das mesmas nas áreas de vendas”, explica a executiva.

O grupo acredita, ainda, que uma das soluções mais eficazes no combate ao furto é a proteção na origem. “Realizamos, nos últimos meses, algumas reuniões com fornecedores para tratar da proteção na origem. Acreditamos que o papel da indústria seja fundamental nessa luta”, disse Vanessa.

A COOP conta com a parceria da Tyco Integrated Security há de 10 anos, com soluções de CFTV (Circuito Fechado de TV); EAS (Electronic Article Surveillance/proteção eletrônica de mercadorias); cadeado eletrônico, como alternativa para melhorar a exposição de PAR (Produtos de Alto Risco), itens que anteriormente ficavam confinados em vitrines; e central de monitoramento, responsável pela vigilância eletrônica de todas as unidades de supermercado da rede.

Durante o processo de auditoria, foi constatado que nem todos os equipamentos implementados para proteger as mercadorias estavam desempenhando suas funções. E em muitos casos por conta de motivos simples de resolver. Algumas antenas e scan-thru, por exemplo, estavam desligados. Definiu-se com a diretoria e gerências das lojas, portanto, a permanência das antenas ligadas, além da abordagem com 101% de certeza.

Essas ações, em conjunto com outras, formaram um plano de ação determinante na redução da perda em aproximadamente 20% (dados comparativos 2015 versus 2014).